EU ADORO MÍDIAS

ATUALMENTE

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Olá,

Meu nome é Fabson Gabriel

Bacharelando no curso de Comunicação Social/Jornalismo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), estagiou na Assessoria de Comunicação da UFPE, atuando como fotógrafo, repórter na redação de textos, auxiliador técnico nas transmissões ao vivo via streaming, no atendimento a imprensa e clipping. Sua vida acadêmica está marcada por interesses na área de mídia e linguagem. Atualmente desenvolve o projeto de conclusão de curso, estudando o uso de redes sociais no jornalismo em ambiente de convergência. Paralelamente, desenvolve trabalhos profissionais como produtor de conteúdo e social media. É também bolsista na Rádio Paulo Freire, vinculada ao Núcleo de TV e Rádios Universitárias (NRTVU). Integrou a equipe da Revista Jornalismo e Cidadania, uma publicação do Grupo de Pesquisa Jornalismo e Contemporaneidade. Também participou como voluntário no projeto CineClube Mais, exibindo filmes nas enfermarias do Hospital das Clínicas. Tem um programa de entrevistas no YouTube e gosta de escrever livros de gênero romance nas horas vagas. Ama fotografar, filmar, bem como editar suas fotos e vídeos.

Não sendo bastante, meteu-se a criar uma página na internet para compartilhar suas experiências profissionais e pessoais com as pessoas que têm pretensões de entrar no mundo das mídias e para os curiosos que têm dúvidas sobre este vasto universo. Este espaço é como uma casa nova: você pode entrar, comentar e falar para todo mundo o que tem dentro.


Educação
Universidade Federal de Pernambuco

Bacharelando em Comunicação Social/Jornalismo


Experiência
Assessoria de Comunicação Social da UFPE

Jornalista estagiário

Fotógrafo estagiário

Auxiliar live streaming


Habilidades
Mídias sociais
Fotografia
Jornalismo
Branding
Assessoria

4

Projetos de Extensão

1664

Livros Lidos

37

Disciplinas Cursadas

3564

Fotografias Feitas

ÁREAS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL

Produção de Conteúdo

Uso de estrategias especificas para educar, informar ou entreter um futuro cliente por meio do conteúdo de qualidade

Assessoria

Administra a informação entre empresa, organizações e o público; elabora estratégias de comunicação e sugere pautas noticiáveis para a mídia

Branding

Gestão de uma marca. Todo o trabalho realizado com o objetivo de tornar a sua marca mais conhecida, desejada e positiva no coração dos seus consumidores

Reportagens

Conteúdo jornalístico mais aprofundado, escrito ou falado, fatos de interesse público ao alcance de todos

Fotografia e Audiovisual

Atuação no fotojornalismo, fotografia publicitária, de moda e retratos e vídeos diversos

Palestras e vida acadêmica

Aborda sobre novas mídias sociais em ambiente de convergência

MEUS TRABALHOS

REVISTA DIZ, GRAÇA


Revista produzida pelos jornalistas em formação da UFPE Fabson Gabriel Pereira, Anna Caroline Borges, Thays Martins, Ellen Tavares, Giselle Cahú, Alice Simões, Victor Tavares e Fabio Nobrega sob orientação das professoras Isaltina Gomes e Liliane Nascimento. Leia clicando na capa abaixo.




Confira o editorial:

 Estamos em 2018. O ano em que as pessoas perderam o senso de humor. Não há espaço para sorrir em tempos tão sombrios em nosso país. Será que as pessoas se esqueceram da boa e velha gargalhada entre os amigos... com a família... com os vizinhos? Saímos nas ruas e vemos os semblantes entristecidos de trabalhadores, homens e mulheres, cansados demais até mesmo para sorrir. Rir, como mostraremos nesta edição, sempre foi uma ação extremamente humana. O que você sente quando vê um bebezinho sorrindo? Uma criança feliz? Uma mãe gargalhando? O sorriso de emoção... o sorriso

espontâneo... e até mesmo aqueles mais contidos? Acordamos cansados, infelizes, insatisfeitos, berrando a todos que nos dizem algo. Às vezes estes só queriam nos dizer algo simples ou algo bobo, nada demais. Podemos transformar situações maravilhosas em pesadelos. O motivo seria a falta de humor? O que de fato nos adoece? Falar sobre sorrir é tão importante quanto fazer rir. Poucas são as rodas de conversas, estudos ou revistas que abordem sobre risos e sorrisos. Sorrir é muito mais do que se deixar transparecer de modo agradável, é um estado de plenitude da consciência. O riso

é a demonstração pura da alegria. Nesta edição vamos descobrir quais são os efeitos do riso em nossas relações sociais, vamos entender que o bom humor tem efeitos que vão do interior da nossa mente para toda e qualquer extensão do nosso corpo. Crônicas de situações engraçadas e curiosidades sobre o riso de uma forma bem-humorada. Os efeitos de rir são gigantescos, e, talvez nem percebemos tudo isso. Uma ação tem sempre uma consequência, que gera outra ação e outra consequência e isso nunca acaba. Sorrir também. A quem estamos tentando enganar? É sobre fazer rir, é sobre sorrir. Um brinde bem-humorado: Diz, graça! À vida e aos risos.

DOCUMENTÁRIO SOBRE OCUPAÇÃO EM RECIFE



EDIÇÃO DE FOTOGRAFIA / EDIÇÃO DE VÍDEO: FABSON GABRIEL
FOTO E TEXTO: THAYS MARTINS

Esta produção laboratorial em videojornalismo, intitulado "Meu Lar", foi guiado pelo olhar das pessoas que fazem parte da Ocupação Carolina de Jesus, localizada ao lado do Terminal Integrado da Estação Barro, zona oeste do Recife. Atualmente, a ocupação possui mais de mil barracos. A produção é apresentada em vídeo, mas composto também por fotos, em que é abordado a questão da luta por moradia, como também registros da rotina e arredores da localidade. O produto é resultado final do trabalho dos estudantes Fabson Gabriel e Thays Martins para a disciplina de Fotojornalismo, ministrada pelo professor José Afonso Júnior, do Departamento de Comunicação da UFPE. Você pode assistir ao documentário clicando aqui.



Na sexta-feira do dia 17 de fevereiro de 2017, cerca de 900 famílias ocuparam um terreno abandonado ao lado do Terminado Integrado do Barro, localizado na Zona Oeste do Recife. A área representa cerca de 12 mil metros quadrados e pertence ao Governo de Pernambuco, que pretendia utilizar o local na reforma do terminal integrado do Barro, como parte das obras para a Copa do Mundo 2014.

Foto Thays Martins/ Edição Fabson Gabriel

A reforma foi concluída, mas a área não foi utilizada, ficando abandonada por três anos, até que diversas famílias, organizadas pelo Movimento de Trabalhadores Sem Teto (MTST), decidiram ocupar o terreno inutilizado, com objetivo de conseguir o direito de uma moradia digna. Após a ocupação ocorrer, um efetivo da Polícia Militar foi enviado até o local para reprimir a ocupação, mas as famílias resistiram fortemente, fazendo com que a polícia recuasse. Desde então mais famílias permanecem no local carregando consigo o sonho de ter uma casa própria. Parte dos ocupantes vive no mesmo bairro, pagando – ou devendo – meses de aluguel. A ocupação abordada na produção "Meu Lar", escolheu o nome da Ocupação é Carolina de Jesus, uma homenagem a poetiza que se alfabetizou de forma autodidata e que discutiu a luta urbana e pela cidade. O vídeo trata de questões da ocupação, através do olhar das pessoas que moram no local, dando voz a quem não têm espaço na mídia convencional.
Foto Thays Martins/ Edição Fabson Gabriel


Foto Thays Martins/ Edição Fabson Gabriel


Contar histórias de algumas pessoas e líderes da ocupação Carolina de Jesus, localizado ao lado do Terminal Integrado da Estação Barro, no Recife, para mostrar sua realidade, sem transformar num espetáculo. Apresentar, a partir da produção audiovisual (vídeo) e visual (fotografias introduzidas ao vídeo), a realidade dura vivida pelos participantes da ocupação organizada pelo Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), localizada em um local de grande movimentação. O espaço dado pela Produção laboratorial em videojornalismo tem a possibilidade de dar voz a pessoas que são ignoradas pela mídia convencional.
Foto Thays Martins/ Edição Fabson Gabriel



A Região Metropolitana do Recife possui o título de maior déficit habitacional de todo o Nordeste, estimado falta de 131 mil habitações para suprir este déficit. Porém, a demanda por habitação continua em crescimento, tendo um valor de imóveis e aluguéis cada vez mais alto, as famílias com poder aquisitivo menor estão procurando uma maneira se assegurar o direito básico a moradia que consta na constituição brasileira. Com base no déficit habitacional do processo conflitual de urbanização da sociedade brasileira e a rápida mudança da paisagem urbana, a necessidade de gerenciar a memória dessas transformações espaciais e das formas de sociabilidade urbanas ao longo do último século norteou o estudo de Kossoy (1989) foi utilizado como ponto de partida para alguns aspectos desta produção em videojornalismo. Kossoy (1989), em Fotografia & história, aponta para a necessidade de pensar a tríade sujeito (fotógrafo), técnica (equipamento) e assunto (a história do tema abordado). Segundo Kossoy, o assunto deve ser colocado no seu tempo e gênero específicos: retrato, vistas urbanas, álbum de família, último retrato ou fotorreportagem. Para esse autor, o assunto tem uma lógica própria que extrapola os quadros da imagem fotográfica, sendo necessário para discutir um determinado tipo de fotografia compreender o percurso histórico do assunto: seja a das formas de representação do poder da classe dominante, seja o jogo político ou a cidade. A partir de então, a luta pela moradia continua encontrando dificuldades, e com a ocupação Carolina de Jesus não foi diferente. Além da tentativa de remoção dos primeiros dias de ocupação, que resistiu bravamente, eles convivem diariamente com o preconceito das pessoas que não conhecem a realidade e objetivos da ocupação, estereótipo reforçado pela ausência de coberturas honestas pela mídia convencional. Pensando nisso, esta Produção laboratorial em videojornalismo produziu um produto em que a narrativa é construída por moradores da ocupação, como uma forma de apresentar a população a realidade das pessoas e líderes da Carolina de Jesus. Portanto, a produção do vídeo na ocupação Carolina de Jesus foi inspirada pela questão da luta por moradia digna, que é historicamente negada as populações carentes mesmo sendo um direito fundamental do povo brasileiro. Como é um direito básico e o Estado não cumpre, as populações se mobilizam para reivindicar seus direitos. Essa realidade, portanto, consiste de um processo distópico da sociedade, documentado através desta produção em vídeo.
Foto Thays Martins/ Edição Fabson Gabriel



Foram utilizadas técnicas de apuração com um líder do MTST, assim como também pré-entrevistas com ocupantes da Carolina de Jesus. Após este processo, foram realizados registros fotográficos da ocupação e da rotina dos moradores com uma Canon 60D, com lentes de 50mm e 18-135mm, com diversas variações de configurações para realizar os registros. Em seguida, foram gravados vídeos com os depoimentos de personagens que se destacavam por sua história e relevância na ocupação, tendo em vista um relato sobre a ocupação pelos próprios ocupantes, com opiniões e histórias pessoais que evidenciem a tensão e vivências existentes. Foi pretendido que os relatos fossem dados pelos próprios ocupantes, dando voz e protagonismo aos ocupantes. As fotografias foram tratadas com o aplicativo Adobe Photoshop Lightroom. Já os registros audiovisuais foram editados através do Wondershare Filmora.
Foto Thays Martins/ Edição Fabson Gabriel


Procedimento Geral: estivemos na Ocupação Carolina de Jesus e realizamos gravações e registros fotográficos. Acompanhamos personagens pré-selecionados e dispostos a nos mostrar situações cotidianas e que, de alguma forma, nos remetam a questão central da produção laboratorial, demonstrando suas lutas, seus desejos e conquistas. Nos colocamos em uma imersão quase total no cotidiano daquela comunidade, uma "pesquisa de campo" e conversas com um líder do MTST precedeu a visita a ocupação, construindo uma definição da antropologia. No produto final, foram colocadas as fotos ao mesmo tempo em que os personagens contavam suas histórias. Personagens de entrevistas individuais: realizamos entrevistas com Lindinalva Maria da Silva, coordenadora da Ocupação no Barro. Josefa Antonia Conceição, ocupante e comerciante local. Andréa Alves de Almeida, ocupante. Marisa Ramos, ocupante.

Foto Thays Martins/ Edição Fabson Gabriel

Esta produção perpassou por dificuldades logísticas para chegar até a ocupação em horários viáveis, a fim de realizar os registros. Os equipamentos fizeram parte da segunda dificuldade, tendo em vista que foi necessário a aquisição de um microfone lapela para gravar sem a interferência dos ruídos produzidos pela via lateral da ocupação, que dá acesso ao terminal integrado do Barro. Após tais processos de produção, o resultado final supriu todas as dificuldades, pois o objetivo deste trabalho foi dar espaço de fala a pessoas que não possuíam espaço na grande mídia convencional - com um produto honesto - o que foi alcançado com sucesso.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA MTST – Movimento dos Trabalhadores Sem Teto. Disponível no site: http://www.mtst.org/. Acessado em agosto de 2017. 

BARTHES, Roland. A Câmara Clara. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.

KOSSOY, Boris. Fotografia & História. São Paulo: Ática, 1989.

NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. Campinas: Papirus, 2005. 

Exposição Fotográfica na UFPE



O ensaio “Corpos” surge da percepção artística do corpo humano feminino, através da captação de movimentos alheios. Os registros seguem o mesmo padrão estético e retratam o corpo como instância máxima da expressão material do nosso eu. A proposta, ao fazer as fotografias, foi captar a expressividade do corpo movente através da fotografia instantânea. Foi utilizado fundo preto e pó branco para simultaneamente promoverem contraste e enfatizarem a dinâmica do movimento na captação. 

O ensaio “Corpos” surgiu como trabalho de conclusão da disciplina Introdução à Fotografia. Durante as aulas, pratiquei diversas formas de registros fotográficos. Embora estivesse livre para escolher qualquer gênero, optei pela fotografia artística. A nota final foi composta pela realização de uma exposição que teve como tema geral o corpo. A Exposição Corpus aconteceu nos dias 16 e 17 de dezembro de 2015 no Centro de Artes e Comunicação da UFPE, sob a orientação da Prof.ª Fernanda Capibaribe. 

A escolha desse formato se deu pela possibilidade estética e subjetiva que a vertente permite. Em outros gêneros fotográficos são exigidos estilos estéticos canônicos. Eu quis brincar com a estética e subjetividade. A fotografia artística exige criatividade e particularidade. Esses dois elementos constituiu uma atmosfera única no desenrolar do ensaio. 



A proposta, particularmente, foi muito bem resolvida. Eu quis capturar movimentos corporais alheios. Usei dois elementos cênicos para marca-lo. O primeiro, a utilização de um fundo preto e o segundo, o uso de trigo para demarcar ainda mais a movimentação. A fotografada usou vestimentas que remetem a cor da pele, uma forma simples de elucidar o corpo. 

Para obter o resultado que materializam o ensaio “Corpos” foi utilizada uma câmera digital, sendo esta uma Canon PowerShot SX160 de lente de ângulo largo de 28mm. A abertura do diafragma, o alcance focal e a velocidade do obturador variaram de acordo com a imagem, como uma forma de reafirmar a liberdade estética e criativa no momento da captura. No entanto, preocupei-me em manter certo padrão estético entre os registros ainda que cada imagem possua sua singularidade. Dos elementos que se repetiram estão eles entre as dimensões de 4608 x 3456 para todas as fotos, a velocidade ISO 800 para as fotografias sem flash e ISO 320 para as com flash. Houve variação quanto à exposição e o comprimento focal. 


As imagens foram capturadas no dia 30 de outubro de 2015, entre as 14h e 17h, com luz natural de uma tarde ensolarada no quintal da casa da modelo onde foi instalado o fundo preto na parede do muro que circunda o local. 

O ensaio gerou imagens nas dimensões de 4608 x 3456, sendo 4608 pixels de largura e 3456 pixels de altura com resolução horizontal e vertical de 180 dpi que variaram entre 4MB e 7,70MB. Foram produzidas ao total 98 fotos, sendo cinco posteriormente selecionadas.




Para a materialização do ensaio “Corpos” foram utilizados aparatos comuns da cena fotográfica. Inicialmente verifiquei a luminosidade do local com a câmera digital Canon PowerShot SX160 IS, no qual realizei o ensaio. O teste inicial se deu com a utilização do pó. Jogamos o pó no ar, e em seguida, fizemos a primeira captura. Não deu certo. Estava muito claro. Diversos testes foram feitos, alguns com o recurso flash e outros não. Cheguei à conclusão de que não deveria usar o flash, embora duas fotos do ensaio contenham a utilização do mesmo.

O relógio marcava mais de 3:00 p.m. quando montamos a estrutura. O cenário foi composto apenas por um fundo negro. Esse fundo foi feito com tecido TNT preto e instalado numa parede sem teto. Todas as fotos foram registradas sob a luz do sol, e três delas sem recursos de iluminação artificial (no caso, do flash). 

Instalei a câmera sobre o tripé na altura de 150 cm e pedi para que a modelo realizasse movimentos alheios com os braços enquanto ora arremessava pó para o alto ora quando o pó era arremessado em sua direção.

Foi necessário fazer registros precisos para que o movimento corporal interagisse com o pó. A valorização do corpo sempre foi o objetivo do ensaio. Barthes pontua sua preocupação ao estar diante de uma câmera:

Posando diante da objetiva (quero dizer: sabendo que estou posando, ainda que fugidiamente), não me arrisco tanto (pelo menos por enquanto). Sem dúvida, é metaforicamente que faço minha existência depende do fotógrafo. Mas essa dependência em vão procura ser imaginária ( e do mais puro Imaginário), eu a vivo na angústia de uma filiação incerta: uma imagem — minha imagem — vai nascer: vão me fazer nascer de um indivíduo antipático ou de um “sujeito distinto?” (BARTHES, 2015)

No ensaio “Corpos”, fez-se surgir um novo indivíduo, do qual não constitui do mesmo indivíduo que o representou. A modelo dá vida exclusivamente ao seu corpo e se firma através dele. Nota-se que não há apresentação exclusiva da face da modelo. O rosto é quase deixado em segundo plano, e o corpo é exaltado. Isso ocorre devido à temática proposta pela Exposição Corpus e principalmente pelo ethos do ensaio. 

O enquadramento foi mantido o mesmo na maioria das fotos. A modelo está sempre no centro da imagem interagindo com o pó. Personifica-se um eu próprio do corpo que está além do eu da modelo. A valorização do tronco, membros superiores e cabeça fazem parte do roteiro de exploração corporal do ensaio.

A etapa final se deu com o tratamento das fotografias escolhidas. Cinco fotos compõem o ensaio “Corpos” e destas, todas foram finalizadas no Pixlr. O recurso de tratamento consistiu apenas em remover possíveis ruídos que descaracterizavam as fotos.

Dia da Exposição Corpus







REFERÊNCIAS 

SONTAG, Susan. Sobre Fotografia. São Paulo. Editora Companhia das Letras, 2004.
BARTHES, Roland. A Câmara Clara. Rio de Janeiro. Editora Nova Fronteira, 2015.

Programa de entrevistas


O programa DE HOJE A OITO é apresentado pelo jornalista em formação Fabson Gabriel. Toda sexta-feira, às 20h, é disponibilizado um vídeo novo. O programa de entrevistas aborda questões de cultura e sociedade com personalidades, intelectuais e pessoas que tenham boas histórias. 


Resumo: Hoje conversamos com Eric Ferreira, dramaturgo e autor da peça de teatro "Ritmo Kente: Um Brega de Musical". 

Eric nos contou como foi o processo de escrita em parceria com as artistas Amanda Clélia e Hyrlis Leuthier; falou sobre música brega recifense, preconceitos, quebra de tabus, identidades culturais e Mc Troinha. 

O espetáculo está em cartaz até o dia 14 de outubro, toda sexta e sábado, às 8h da noite, no teatro da Livraria Cultura do Shopping RioMar de Recife.




Resumo: Hoje conversamos com autora independente Agatha Felix, escritora dos livros "Scorpion" e "Poison" de subgênero dark romance.

Agatha nos contou como foi escrever um livro erótico (dark romance) com temas que abordam sobre violência sexual, moral e psicológica a partir da visão de um antagonista. Os desafios de escrita, o reconhecimento do público e as críticas sobre o assunto são temas da nossa conversa.

A versão física do livro "Scorpion" será lançado neste sábado (7), às 16h30, no estande na editora 9Ideia, na XI Bienal do Livro de Pernambuco.


Ensaio conceitual com água

Esse ensaio conceitual foi feito com uma Canon PowerShot SX160 IS, sob iluminação natural. A ideia foi reproduzir uma sensação de incubação através da fotografia.


Fabson Gabriel/Fotografia

Fabson Gabriel/Fotografia

Fabson Gabriel/Fotografia

Fabson Gabriel/Fotografia

Fabson Gabriel/Fotografia

Fabson Gabriel/Fotografia

Fabson Gabriel/Fotografia

Fotos de personalidades, eventos e lugares

Os registros abaixo são de minha autoria e fazem parte dos arquivos da Assessoria de Comunicação (Ascom) da Universidade Federal de Pernambuco. As fotos são de personalidades da sociedade, de eventos e lugares. Nesta seleção estão algumas personalidades, como reitor da UFPE Anísio Brasileiro, o médico oncologista Gustavo Godoy, a deputada Luciana Santos, presidente do Marco da Moda Fredi Maia, a vice-reitora da UFPE Florisbela Campos e outros. Os registros foram feitos com uma câmera Nikon D7100, equipamento da Ascom.



Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE

Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE


Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE

Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE

Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE

Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE

Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE

Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE

Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE

Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE

Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE

Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE

Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE

Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE

Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE

Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE

Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE

Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE

Fabson Gabriel/Arquivo Ascom UFPE


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+55 81 98523 8538
Recife, PE - Brasil